"Imagine-o despido e preso por pulsos a uma coluna no pátio de Pilatos e então, açoitado com chibatas que têm bolas de chumbo e lascas de ossos nas pontas.
À medida que lhe golpeiam o corpo, formam-se bolhas de sangue, que os repetidos golpes transformam em feridas. E então, a coroa de espinhos é pressionada contra a sua cabeça,e o sangue mistura-se ao cabelo emaranhado.
Ele tenta carregar a cruz, mas, quando começa a cambalear, Simão de Cirene é forçado a ajudá-lo.
No calvário, suas roupas são arrancadas, e ele sente 'uma dor excruciante, como a de milhões de agulhas quentes, abalando o sistema nervoso'.
Ele então é colocado sobre a própria cruz, e seus executores batem longos pregos quadrados contra seus punhos. Ao ter o grande nervo central perfurado, ele experimenta ' a dor mais intoleravel que um homem poderia experimentar...cada movimento do corpo sentindo essa terrível dor"
Texto extraído do livro: OS BRADOS DA CRUZ de ERWIN LUTZER

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