Por outro lado, devo admitir e concordar que há entre nós, irmãos pregadores que nos ensinam que não devemos viver como escravos de uma lista qualquer de regulamentos comportamentais desprovidos de valores bíblicos como faziam os fariseus para se vangloriarem diante de Deus como bem vemos descrito em Lucas 18, 10-12, mas, devemos viver como servos livres para observar os “não” da Lei e da Palavra de Deus como uma forma de conduta descrita pelo Criador para vivermos manifestando a Sua Glória.
Assim, a lista de “não pode” que o crente assume para si tem base bíblica, é insculpido em seu coração pelo Espírito Santo, e na verdade corresponde a valores da Palavra de Deus; o crente verdadeiro não faz isso ou aquilo, porque não pode, e não pode porque desagrada e entristece a Deus(Santo Temor), que é a razão máxima, primeira e última de sua vida. Só importa ao crente verdadeiro viver para agradar ao seu Senhor e o próprio Deus nos ensina como fazer isso, ELE nos deu a sua Palavra, revelou Seu Amor e Sua Graça em Jesus Cristo para vivermos em plenitude.
Irmãos, por Deus, peço que reflitam: será que é conveniente que um crente verdadeiro seja visto bebendo em um bar? Ou será que agrada a Deus o crente verdadeiro estar numa “balada”, numa boate? Ou ouvindo músicas que não sejam louvores a Deus? Combina a Luz com as trevas? Deus está na boate? No bar? Jogando, apostando? Repetindo com seus lábios palavras de canções que falam de promiscuidade sexual, traição, bebedeiras? Observem o que diz a palavra de Deus em 2 Coríntios 6, 14-17 e reflitam.
Sei que os pregadores e propagadores da idéia de que devemos abandonar nossas listas de “não pode” e viver no Espírito irão fundamentar que suas exortações pautam na liberdade verdadeira, sem amarras, que devemos viver os valores e não só a letra da Lei, mas o espírito da Lei.
Mas, meus amados de Deus, entendam que numa assembléia podem haver aqueles ouvintes que ainda são inocentes na fé, e portanto, podem interpretar mal o discurso e assim acabarem se tornando perversos diante de Deus, já que vivem na ilusão da liberdade, quando na verdade, estão abandonando a Palavra e desagradando Deus.
Queridos, acredito que o perigo acerca desta doutrina é grande demais para nos arriscarmos nisso, pois quem dentre nós está habilitado para perceber a fina linha entre o céu e o inferno que se põe neste entendimento?
Irmãos que arrogância, que mentalidade perversa, mundana e diabólica afirmar que nós podemos viver uma vida social regada a outros valores e ainda assim servir a Deus, se isso for verdade, então Cristo mentiu em Mateus 6, 24. Não dá para viver duas vidas, não dá para seguir Cristo verdadeiramente no domingo e servir ao diabo e suas distrações e prazeres efêmeros durante o resto da semana. Não dá, não dá.
Por fim, que parece melhor irmãos? Obedecer a Deus que traça em sua Palavra uma lista de condutas que nos proíbe de fazer certas coisas que O desagrada? Ou seguir o falso entendimento do homem de que somos livres e por isso mesmo podemos conciliar o louvor e adoração que é devido a Deus com prazeres fúteis do mundo?
Não sei quanto a vocês, mas eu prefiro ser escravo da Palavra de Deus que é Santo e Bendito para sempre, que me Salvou em Seu Filho Jesus Cristo e tem me santificado e sustentado com o Espírito Santo, do que ter a falsa sensação de liberdade pela doutrina de homens.
Não acredito que o crente verdadeiro possa viver sem um rumo, sem uma direção, EU CREIO que se existe a Palavra, é para ser seguida, ser vivida, não é para ser adequada ao nosso tempo, aos nossos novos e inconstantes costumes; ademais, EU CREIO, irmãos, aqueles que foram chamados a uma nova vida, recebem o Espírito Santo e esse nos capacita a viver a vontade de Deus. Portanto, uma lista de “não pode” não nos pesa a alma, posto que entendemos, no Espírito Santo, que aquilo que “não pode” , não pode porque não nos fará bem e também não agradará a Deus, nosso maior bem.
“Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor”. Efésios 5, 17
Jesus disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra,
e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. João 14, 23.
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